Novo acusa STF de parcialidade contra Deltan Dallagnol em disputa judicial

Novo Agressa o STF em Defesa de Deltan Dallagnol
O partido Novo recorreu formalmente ao Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira, 12 de junho de 2026, buscando contestar um despacho do ministro Flávio Dino, da Justiça Eleitoral do Paraná. A ação judicial visa a anular a ordem que determinou a remoção de uma reportagem sobre o ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, publicada pelo portal Mareli Martins.
A legenda também solicitou a suspeição ou o impedimento do ministro Flávio Dino no julgamento do caso. O diretório paranaense do Novo argumenta que existe uma clara demonstração de parcialidade por parte do ministro em relação a Deltan Dallagnol, justificando a necessidade de seu afastamento do processo.
A solicitação visa garantir a imparcialidade do julgamento, assegurando a legitimidade da jurisdição constitucional.
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Argumentos do Novo e a Busca pela Imparcialidade
Os advogados do Novo destacaram que Flávio Dino foi responsável por liderar o inquérito das “Fake News” quando atuava como ministro da Justiça. A justificativa central do partido é a busca por preservar a garantia constitucional de imparcialidade, que vai além da ausência de parcialidade subjetiva, abrangendo também a “aparência objetiva de equidistância”, fundamental para a legitimidade da justiça.
A defesa enfatiza a importância de um julgamento livre de qualquer percepção de favorecimento.
Despacho de Dino e a Defesa da Liberdade de Imprensa
O despacho do ministro Flávio Dino, datado de 11 de junho de 2026, questionava a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná que havia ordenado a censura da reportagem. Dino argumentou que a jornalista apenas relatou fatos verdadeiros sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o trâmite do processo envolvendo Deltan Dallagnol.
Ele criticou a Justiça Eleitoral paranaense por impor um “grau de rigor técnico-jurídico incompatível” com a atividade jornalística e com a proteção constitucional à liberdade de imprensa.
O ministro também suspendeu a multa de 5 mil reais que havia sido imposta pelo TRE do Paraná à Mareli Martins. A decisão do ministro Dino reflete a preocupação com o potencial de censura que a remoção da reportagem representava, alertando para o risco de restringir a liberdade de imprensa, um pilar fundamental da democracia.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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