Sebrae Apresenta Dados Sobre Uso de Tecnologia por PMEs E MEIs em 2026

A perda de produtividade causada pela burocracia digital. Em muitas organizações menores, essa dependência tecnológica acaba transformando ferramentas projetadas para acelerar processos em fatores limitantes da produção. O tempo gasto navegando por fluxogramas operacionais longos desvia o foco e reduz a capacidade das equipes dedicarem atenção às atividades mais estratégicas — como relacionamento direto com clientes e tomada de decisão crítica na empresa.
Além disso, quanto maior for o número de etapas necessárias só para concluir uma ação básica (como emitir um documento ou registrar pedido), maiores são os riscos internos: há chances elevadíssimas de inconsistências no preenchimento dos dados, esquecimentos processuais e falhas humanas durante execução do trabalho.
As soluções de gestão empresarial nasceram com o objetivo claro de centralizar dados e aumentar a eficiência operacional das empresas brasileiras. No entanto, muitos sistemas evoluíram até se tornarem excessivamente complexos para os usuários finais. Esse cenário faz com que tarefas rotineiramente simples exijam múltiplos cliques em diversas telas ou conhecimento técnico específico do colaborador apenas para serem concluídas no sistemaIA simplifica o fluxo operacional nas PMEs
Em contrapartida à crescente burocracia digital, há uma mudança significativa na forma como empresas interagem com tecnologia. Pesquisa realizada pelo Sebrae— feita em parceria com o Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) e colaboração do Google —, aponta dados importantes sobre esse movimento.
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O levantamento mostra que 46% das micro e pequenas empresas brasileiras já utilizam alguma ferramenta tecnológica no dia a dia da atividade comercial; entre os Microempreendedores Individuais (MEIs), essa taxa chega aos impressionantes 42%. Os números indicaram um avanço: hoje, discutir gestão não é mais só falar em “digitalização“, mas sim encontrar formas inteligentes para simplificar realmente o trabalho humano na operação diária.
As soluções modernas deixaram de exigir memorizar caminhos específicos ou percorrer menus complexos por parte do usuário comum. Agora, elas conseguem interpretar comandos usando linguagem natural falada pelo colaborador, localizando informações automaticamente com muito menos etapas.
Experiência e autonomia definem a tecnologia. Os dados coletados também reforçam que os benefícios percebidos vão além da mera automação; 34% das micro pequenas empresas citam economia de tempo como principal ganho ao usar essas ferramentas avançadas, enquanto outros 22% destacam o aumento na agilidade operacional em geral.
Essa tendência mostra claramente: hoje, uma plataforma só entrega valor real quando consegue ser utilizada por quem está operando sem exigir um conhecimento técnico incompatível ou treinamento constante. A experiência do usuário (UX) ganhou peso enorme nas decisões sobre investimento tecnológico.
O futuro dos sistemas não passa mais apenas pelo número gigantesco de funcionalidades oferecidas pelos ERPs tradicionais. Em vez disso, a gestão empresarial dependerá da capacidade das plataformas reduzirem essa complexidade inerente à operação diária — tornando a cada dia mais simples e acessível para todos os colaboradores que utilizam o sistema na rotina.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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