Superinteligência: Expectativa de Vida de 1.400 Anos? Análise Surpreendente!

Previsão de Longevidade com Superinteligência: Uma Análise Atuarial
A proposta de Nick Bostrom, apresentada em seu estudo “Optimal Timing for Superintelligence”, soa como algo saído de um filme de ficção científica. No entanto, a base do cálculo é puramente atuarial, utilizando dados de mortalidade para projetar cenários de longevidade extremamente longos.
Bostrom parte de uma premissa audaciosa: se uma superinteligência alinhada conseguisse reduzir a taxa de mortalidade de adultos jovens saudáveis em países desenvolvidos, a expectativa de vida poderia se estender por mais de mil anos.
O filósofo utiliza uma taxa anual de mortalidade estimada em 0,07%, calculada a partir de dados de adultos jovens saudáveis. Transformando essa taxa em expectativa de vida, a fórmula é simples: 1 dividido por 0,0007, o que resulta em aproximadamente 1.400 anos. É importante ressaltar que Bostrom considera esse cenário como conservador, pois não leva em conta possibilidades mais radicais, como a transferência da consciência humana para computadores (mind uploading) ou a eliminação de mortes causadas por acidentes, doenças ou suicídio.
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A hipótese não implica que os humanos viveriam exatamente 1.400 anos. O número representa uma expectativa média, considerando que a mortalidade permaneceria estável ao longo da vida, mantendo-se no patamar atual observado em adultos jovens saudáveis. É a partir dessa expectativa de 1.400 anos que Bostrom chega ao ponto central e mais controverso de seu estudo.
Sem a intervenção de uma superinteligência, ele estima uma expectativa de vida restante de 40 anos.
Com o sucesso da superinteligência, essa expectativa de vida aumentaria para 1.400 anos. A equação utilizada para essa projeção é (1 – x) × 1.400 > 40, onde “x” representa o risco de extinção causado pela inteligência artificial. O resultado demonstra que, para que a expectativa de vida se mantenha em 1.400 anos, o risco de aniquilação pela IA precisaria ser inferior a 97%.
Em outras palavras, Bostrom argumenta que o potencial de ganho em longevidade alteraria a forma como as pessoas avaliam os riscos, pelo menos para aqueles que já existem atualmente.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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