Trump anuncia pagamento para controlar Estreitos de Ormuz com Irã alertando risco de guerra

O presidente dos Estados Unidos, DonaldTrump, anunciou nesta segunda – feira, dia 13, que Washington passará a receber pagamentos para assumir o controle da segurança no Estreito de Ormuz — uma das rotas marítimas mais vitais globalmente para transporte de petróleo.
A declaração gerou reação imediata do Irã e levantou tensões sobre quem irá custear essa operação militar na região crucial entre o Golfo Pérsico e o Oceano Índico.
Trump alega necessidade de reembolso por proteção ao estreito
Em entrevista concedida à Fox News, Donald Trump afirmou categoricamente que as forças americanas estão tomando conta integralmente dos cuidados com o trecho. Segundo ele, os custos dessa intervenção serão compensados pelos países aliados envolvidos no esforço conjunto.
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“Vamos receber dinheiro para protegê – lo”, declarou ainda o presidente americano em um tom enfático: “Muito dinheiro. Tudo o que queremos é ser reembolsados por fazer tudo isso…”.
O republicano também alegou estar assumindo total controle sobre a área e fez menções de teor militar ao Irã, afirmando publicamente que Teerã estaria passando por algum tipo de fraqueza nas suas forças armadas. Além disso, Trump criticou duramente as negociações com representantes do governo iraniano; ele apontou que este havia voltado atrás nos pontos discutidos durante uma reunião longa realizada há 11 horas.
Irã reage alertando risco de “ato de guerra”
Horas após o conjunto dessas declarações americanas escalonarem os riscos geopolíticos na região, o comando militar iraniano emitiu um alerta severo contra qualquer tentativa dos Estados Unidos vislumbrar controle sobre a passagem marítima vital.
O porta – voz oficial da organização Khatam al – Anbiya foi direto ao afirmar que Teerã jamais permitirá interferência americana nessa gestão portuária e comercial do Golfo Pérsico.
O comunicado divulgou uma advertência clara: ele trataria como participante no conflito quaisquer países localizados nos demais estados árabes combinados (Golfe) caso cooperassem com Washington. “Qualquer cooperação com os Estados Unidos será considerada um ato de guerra“, alertou o militar, conforme mensagem veiculada pela televisão estatal iraniana.
Diálogo diplomático tenta evitar ampliação dos riscos
Apesar da escaladíssima retórica entre as partes — que ameaça impactar diretamente preços globais de energia —, fontes indicaram que há esforços em curso para manter a estabilidade na região e prevenir uma maior crise internacional. O governo do Irã informou ainda à imprensa brasileira que continua mantendo conversas importantes junto aos mediadores vindos Catar, Omã e Paquistão.
O objetivo desses diálogos é tentar impedir qualquer possível expansão ou agravamento imediato das tensões com os Estados Unidos no Estreito.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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