Vítima de Estupro em Copacabana: Suspeito Detido! Vitor Simonin é preso no Rio após grave crime. Relembre o caso chocante de violência sexual.
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro concluiu formalmente a prisão de Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, na quarta-feira, 4 de julho de 2026. Ele é o terceiro indivíduo indiciado pela participação no crime ocorrido em Copacabana, Zona Sul da capital.
O jovem compareceu à 12ª DP (Copacabana) acompanhado de sua equipe jurídica, colaborando com as investigações.
Vitor Hugo Simonin ocupa atualmente o cargo de subsecretário de Governança, Compliance e Gestão Administrativa na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Além das acusações criminais relacionadas ao incidente, ele também está sob avaliação em um processo administrativo disciplinar conduzido pela reitoria do Colégio Pedro II, instituição de ensino onde estudava.
O crime, que envolve violência sexual e agressão física, ocorreu em 31 de janeiro de 2026. Segundo informações preliminares, a vítima foi atraída para o apartamento por um colega de escola, um adolescente de 17 anos. Ao chegar ao local, a jovem percebeu a presença de outros quatro homens adultos e recusou envolvimento, mas foi então abordada e trancada em um quarto.
De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos forçaram a vítima a ter relações sexuais e a sofrer violência física e psicológica. A investigação identificou e indiciou os cinco indivíduos envolvidos: quatro adultos e um menor de idade. A Justiça emitiu mandados de prisão preventiva para os adultos e um mandado de apreensão para o adolescente.
Antes da prisão de Vitor Hugo, outros dois suspeitos, Mattheus Verissimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Berthô, já haviam se entregado à polícia na terça-feira, 3 de julho de 2026. Berthô, que é jogador de futebol, viu sua carreira impactada após o caso ser divulgado.
Um quarto suspeito, Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos, permanece foragido.
Allegretti é estudante de Ciências Ambientais na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), que, por meio de uma medida cautelar, o proibiu de frequentar aulas e espaços de convivência da instituição. As autoridades continuam as buscas para localizar o último suspeito e o adolescente infrator.
Em decorrência de novos relatos, a delegacia abriu dois novos inquéritos para apurar possíveis crimes anteriores cometidos pelos investigados. A polícia segue investigando o caso, buscando reunir todas as evidências e garantir que os responsáveis sejam devidamente responsabilizados.
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