Addi e a IA: Estratégia Inovadora que Redefine o Futuro do RH na América Latina

A Inteligência Artificial e o Futuro do RH: Uma Nova Abordagem
A Inteligência Artificial deixou de ser uma ideia distante e agora é uma realidade presente no recrutamento, treinamento, avaliação de desempenho e análise de dados. Martin Martorell, diretor de pessoas da fintech colombiana Addi, acredita que o debate sobre o tema está sendo conduzido de forma equivocada.
Para ele, o problema não reside em escolher a ferramenta mais avançada, mas sim em redesenhar a empresa como um todo, incorporando a IA de maneira estratégica.
Martorell, psicólogo com experiência em diversas áreas da América Latina, incluindo RH, assuntos corporativos, transformação digital e gestão pública, chegou à Addi após uma carreira diversificada que o levou a trabalhar em Buenos Aires, São Paulo, Colômbia e Suíça.
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Sua experiência o permite ter uma visão abrangente das mudanças provocadas pela IA, acompanhando de perto o tema e observando que a primeira reação de muitas empresas tem sido liberar ferramentas e estimular a experimentação por parte dos funcionários.
No entanto, ele ressalta que esse movimento é apenas o começo.
O verdadeiro potencial da IA, segundo Martorell, se manifesta quando a empresa revisa seus processos, repensando como as áreas se conectam, quais tarefas são mais relevantes, onde há repetição e quais atividades exigem o julgamento humano. Em uma fintech, como a Addi, essa transformação tende a ocorrer naturalmente.
A empresa, em expansão regional, conta com o apoio do executivo para sustentar seu crescimento na Colômbia e em outros mercados latino-americanos.
A IA no RH: Mais do que Ferramentas
No RH, a IA já está sendo utilizada em diversas áreas, como recrutamento, onboarding, performance e aprendizagem corporativa. O recrutamento, por exemplo, é uma das frentes mais visíveis, com a IA auxiliando na triagem de currículos, elaboração de descrições de vagas, organização de entrevistas iniciais e compatibilização de candidatos com as posições abertas.
Além disso, assistentes virtuais podem responder dúvidas frequentes e orientar novos funcionários, enquanto a tecnologia pode ajudar a estruturar avaliações de desempenho e liberar mais tempo para conversas de qualidade entre líderes e equipes.
O Papel da Liderança na Era da IA
Martorell também vê espaço para a IA na aprendizagem corporativa, transformando o treinamento em uma experiência mais prática e envolvente. A análise preditiva, por outro lado, pode ajudar o RH a identificar riscos, sinais de desgaste na cultura, prevenir desligamentos e melhorar o ambiente de trabalho.
A tecnologia pode ampliar a capacidade de leitura da organização, desde que os dados estejam bem estruturados e as perguntas sejam relevantes. O executivo enfatiza que o julgamento humano será uma das competências centrais da liderança na próxima fase do trabalho, tornando-se ainda mais importante.
Retorno à Formação e Visão Sistêmica
Em meio a essa transformação, Martin Martorell decidiu voltar a estudar, ingressando no SEER, um programa da Saint Paul Escola de Negócios voltado a CEOs, conselheiros e acionistas, com foco em decisões complexas, visão sistêmica e liderança em ambientes de transformação.
O programa se propõe a ampliar o repertório dos executivos a partir de múltiplas disciplinas, como psicologia, neurociência, filosofia e sociologia aplicadas ao mundo dos negócios. A experiência em sala de aula contribuiu para ampliar sua capacidade de lidar com transformações organizacionais em curso na Addi, especialmente no contexto de uma empresa que busca se estruturar como “AI first”.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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