China lidera compra recorde de carne brasileira em julhojunho de 2026

As exportações brasileiras de carne bovina alcançaram um patamar recorde no primeiro semestre de 2026. O setor registrou o aumento do seu fluxo comercial em termos tanto de quantidade quanto de valor.
Segundo dados compilados pela Secretaria de Comércio Exterior (SecexMDIC), as vendas somaram US 9,85 bilhões e cresceram significativamente na comparação anual, marcando uma alta expressiva nas receitas por parte dos compradores internacionais.
Recordista desempenho das saídas para mercados globais
O volume total vendido pelo país atingiu a marca de 1,7 milhão de toneladas durante os primeiros seis meses deste ano. Esse número representa um crescimento robusto no comparativo com o mesmo período do năm passado, indicando forte demanda global pelos produtos brasileiros.
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Com essa performance recorde em valorização da receita (crescimento de 36,2%), que somou US 9,85 bilhões e aumento físico na exportação (+15,5% sobre volumes), é possível afirmar que julhojunho foi considerado por especialistas como o melhor primeiro semestre registrado pela série histórica comercial brasileira neste setor específico.
China lidera a compra; Rússia impulsiona volume
O mercado chinês se destacou entre os principais compradores. A China importou um total de 795 mil toneladas do produto brasileiro no período analisado. O movimento movimentou uma soma considerável em dólares: 4,87 bilhões.
Em comparação com o primeiro semestre de 2025, as compras chinesas apresentaram alta expressiva tanto na quantidade quanto nas receitas negociadas. Houve aumento de 24% nos volumes e impressionantes 49,4% no valor da receita transacionada naquele biênio comercial específico.
Outros países também contribuíram para esse crescimento robusto das exportações brasileiras. Os Estados Unidos compraram carne bovina equivalente a 205 mil toneladas por um montante total que alcançou US 1,35 bilhão; este mercado registrou avanço em volume (mais de 13%) e maior ainda o acréscimo do seu valor comprado (+29,8%.
Entre os demais compradores importantes estão Chile — com aquisição de 70,7 mil toneladas avaliadas em 420,2 milhões —, Rússia, responsável pela compra de 62,2 mil toneladas no valor de284,1 milhões.
Dentre esses mercados – chave analisados pelo setor comercial brasileiro, a República russa foi quem apresentou o maior crescimento percentual nos volumes comprados. Além disso, é relevante notar que enquanto Moscou registrou um avanço volumétrico superior a 53,8%, houve também uma alta expressiva nas compras da União Europeia, cujo aumento na receita alcançou os mesmos índices do país vizinho (crescimento de 53,5%.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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