Daniel Vorcaro muda versão e Polícia Federal rejeita delação Master!

Daniel Vorcaro muda versão e Polícia Federal rejeita delação Master! Novo desfecho na saga do Banco Master: Vorcaro muda relato e PF descarta delação. Crise no

11/06/2026 21:07

2 min

Daniel Vorcaro muda versão e Polícia Federal rejeita delação Master!
(Imagem de reprodução da internet).

A Polícia Federal decidiu não aceitar a nova delação apresentada por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A decisão veio após o banqueiro modificar sua versão sobre as relações com o senador Ciro Nogueira e com o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.

Vorcaro passou a considerar os episódios como casos de propina, abandonando a antiga alegação de que se tratava apenas de amizades.

A decisão da Polícia Federal foi motivada pela avaliação de que a afirmação de Vorcaro sobre o pagamento de propina ao senador Ciro Nogueira não era suficiente para sustentar as investigações. A Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda está analisando as duas delações apresentadas.

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Crise no Banco Master e Liquidação Extrajudicial

A situação do Banco Master surgiu após a identificação de irregularidades financeiras e uma grave crise de liquidez. O Banco Central determinou a liquidação extrajudicial do banco em novembro de 2025, o que levou à falência do Will Bank, braço digital da instituição.

A Operação Compliance Zero acompanhou de perto o processo de liquidação.

A PF iniciou uma investigação em novembro de 2025 para combater a emissão de títulos de crédito falsos, desencadeando a primeira fase da operação. A prisão de Vorcaro ocorreu um dia antes, e ele foi solto com o uso de tornozeleira eletrônica.

Investigações Revelam Práticas Fraudulentas

As investigações revelaram que o Banco Master oferecia CDBs com rentabilidade acima do mercado, sustentada por riscos excessivos e operações que inflavam artificialmente o balanço financeiro. A instituição enfrentou uma deterioração da liquidez.

Os casos envolvendo a liquidação do Banco Master de Investimento e Banco Letsbank, que ocorreram em janeiro de 2026, são considerados os mais graves do sistema financeiro brasileiro.

Esses casos geraram tensões entre o Supremo Tribunal Federal (STF), o Tribunal de Contas da União (TCU), o Banco Central e a Polícia Federal. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou o pagamento de garantias no valor de R$ 40,6 bilhões para proteger os depositantes.

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