Elon Musk lidera ranking global de milionários nos EUA em 2026

A lista revela recordes impressionantes para este ano; são contabilizados bilionários imigrantes cujos bens somam US 2,trilhões — valor equivalente a R 11,15triliões.. Esse montante representa quase 15% do total estimado de todos os bilionários americanos na data dos cálculos (8 de julho.
Os indivíduos listados não apenas representam um quarto da fortuna acumulada pelos milionários nos EUA, mas também exercem influência no cenário mundial.
Em celebração aos 250 anos dos Estados Unidos e em um olhar sobre a trajetória de seus imigrantes mais bem – sucedidos, uma nova classificação da Forbes atualizou o ranking mundial que mapeia os cidadãos nascidos no exterior com grande fortuna residente nos EUAO peso global e a concentração da riqueza
Desses nomes em destaque está Elon Musk, nascido na África do Sul; Sergey Brin, cofundador do Google; e Jensen Huang, que fundou a Nvidia.. Juntos, esses três imigrantes respondem por mais de 60% de toda a fortunas reunida pelo grupo bilionário estrangeiro residente americano.
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Os patrimônios foram calculados pela Forbes com base nesses dados coletivos até de julho deste ano, editorializado sobre os cidadãos americanos nascidos fora do país em comparação à classificação anterior.
Diversidade geográfica: Índia lidera e novos países entram
O alcance geográfico desses milionários aumentou significativamente, vindo agora de um total recorde de 4nações e territórios; este número subiu comparado aos 4registrados no ciclo passado (referência a 20
A força da representação indiana se consolidou pela segunda vez consecutiva. Ela registra o maior contingente bilionário imigrante com impressionantes nomes — quase dobrando os do ano anterior.
Novas entradas reforçam domínio asiático. O avanço veio impulsionado por empresários como Hemant Taneja, Sanjay Gajendra e Jitendra Mohan, cofundadores de semicondutores na Astera Labs; além de Shyam Sankar, diretor técnico da Palantir Corporation.
Além desses novos integrantes indianos, Israel e Taiwan mantêm forte presença no ranking, cada um contando com 1representantes bilaterais ricos.
Por outro lado, houve mudanças notáveis nas origens: o Haiti, as Filipinas, a Polônia e Espanha passaram agora a ter representação bilionária nesta lista globalizada dos EUA.
Já Guatemala perdeu seu único representante após Luis von Ahn deixar o clube devido à queda das ações do Duolingo.
O motor por trás da permanência nos Estados Unidos
Apesar de alguns planos iniciais sugerirem que esses imigrantes voltariam para seus países nativos depois de concluírem estudos ou trabalhos temporários no país americano, eles afirmam manter um forte vínculo com os EUA.
“Foi uma jornada cheia grandes sonhos; meu objetivo sempre foi criar minha própria companhia”, conta Gajendra (Astera Labs), reforçando a ideia empreendedora.
Mohan acrescenta o relato: “Meu plano era vir aos EUA apenas obter diploma e talvez trabalhar cinco anos antes do retorno”. No entanto, ele explica já estar há 3anos na América. Amjad Masad, cofundador da Replit em Jordânia, complementou essa visão otimista sobre o mercado local ao afirmar que “os Estados Unidos ainda oferecem muitas oportunidades”. Ele considera -o um dos mercados mais dinâmicos globalmente e também reconhecido como um centro de inovação mundial para negócios tecnológicos.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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