Família de Alexandre de Moraes Ajuíza Ação Contra Vieira por Difamação!

Família de Alexandre de Moraes processa senador por calúnia! Viviane Barci Ajuíza ação contra Alessandro Vieira, buscando R$20 mil por danos morais. Relembre

28/05/2026 17:22

2 min

Família de Alexandre de Moraes Ajuíza Ação Contra Vieira por Difamação!
(Imagem de reprodução da internet).

Família de Alexandre de Moraes Ajuíza Ação Contra Senador Vieira por Calúnia e Difamação

A esposa e os filhos do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, entraram com uma ação judicial contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. A ação, movida por Viviane Barci de Moraes e seus advogados, Giulliana e Alexandre Barci de Moraes, acusa o senador de calúnia e difamação.

O objetivo é obter uma indenização de R$20 mil por danos morais a cada um dos autores da ação.

O processo se originou após declarações feitas pelo senador Vieira em março deste ano, durante uma entrevista à emissora SBT News. Na ocasião, ele mencionou apurações que indicavam a movimentação de recursos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e a possível ligação com familiares de ministros do Supremo, incluindo Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Vieira alegou ter informações sobre a circulação de dinheiro entre o grupo criminoso e servidores públicos e políticos.

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A família de Moraes argumenta que as afirmações do senador ultrapassaram os limites da liberdade de expressão e feriram a honra, a dignidade e o decoro dos seus membros. Eles classificaram as declarações como “fraudulentas, absolutamente inadmissíveis e abusivas”, ressaltando os danos à reputação e à honra causados pela divulgação das informações nas mídias sociais e impressas.

O Barci de Moraes enfatizou os prejuízos decorrentes das declarações, buscando a compensação financeira.

O senador Alessandro Vieira rebateu as acusações, afirmando que apenas relatou um processo de lavagem de dinheiro envolvendo o escritório de advocacia da família Moraes, sem estabelecer uma ligação direta entre o PCC e a banca. Ele explicou que se referia ao contrato de prestação de serviços do escritório com o Banco Master, sem detalhar os valores envolvidos.

A CPI do Crime Organizado encerrou seus trabalhos em abril de 2026, rejeitando o relatório final que propunha o indiciamento dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli.

O escritório de advocacia da família Moraes confirmou a prestação de serviços ao Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, mas não divulgou os valores. O senador Vieira considera a ação judicial uma tentativa de intimidação.

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