Governo lança plano bilionário para combater crime organizado no Brasil

Nova Estratégia Nacional Contra o Crime Organizado Recebe Investimento Bilionário
O governo federal anunciou, nesta terça-feira (12), um programa abrangente para fortalecer o combate ao crime organizado no Brasil. A iniciativa, que prevê um investimento de R$ 1,06 bilhão, visa consolidar as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), modernizar o sistema prisional e aprimorar as investigações criminais.
O objetivo central é desmantelar as estruturas de poder das facções criminosas, que se sustentam em pilares como o financiamento ilícito, o controle das prisões e o uso de armas.
A estratégia nacional, estruturada em quatro eixos, busca atacar as fontes de poder do crime organizado. O primeiro eixo foca no estrangulamento financeiro das redes criminosas, com um investimento de R$ 388,9 milhões. Isso inclui o fortalecimento das Ficcos, que atuam em diferentes estados, e a criação de uma Força Nacional para operações interestaduais de alta complexidade.
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O segundo eixo visa melhorar o controle e a vigilância nos presídios, com a previsão de modernizar 138 unidades prisionais, elevando o padrão de segurança a níveis semelhantes aos dos presídios federais. A expectativa é que 80% das lideranças criminosas identificadas cumpram pena nessas unidades.
Detalhes do Programa
Além dos investimentos diretos, o programa prevê a criação de uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para a segurança pública, proveniente do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (Fiis). Esse recurso poderá ser utilizado para adquirir equipamentos como viaturas, drones, sistemas de videomonitoramento e realizar reformas em estabelecimentos penais.
O governo federal enfatiza a importância da articulação entre os diferentes níveis de governo para o sucesso da estratégia.
Eixos de Ação e Investimentos
O terceiro eixo do programa se concentra na melhoria da investigação de homicídios, com um investimento de R$ 201 milhões. Isso inclui o fortalecimento das polícias científicas, a estruturação dos Institutos Médico-Legais e a ampliação da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos.
O objetivo é aumentar a eficiência na resolução de crimes letais e reduzir o medo gerado pelo crime organizado. O quarto eixo visa combater o tráfico de armas, munições e explosivos, com um investimento de R$ 145 milhões. Isso inclui a criação da Rede Nacional de Enfrentamento do Tráfico de Armas e a aprimoramento da capacidade de rastreamento e investigação.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, ressaltou que a estratégia se baseia em experiências comprovadas, como a Operação Carbono Oculto e o modelo dos presídios federais. Ele enfatizou a necessidade de uma abordagem integrada e consistente para combater o crime organizado, destacando que a divisão entre os governadores e a polícia estadual pode enfraquecer o esforço.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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