Lindbergh Farias pede investigação sobre Banco Master e Dark Horse

Lindbergh Farias busca investigação sobre financiamentos envolvendo Banco Master e Dark Horse após conexões apontadas.

01/07/2026 09:01

3 min

Carlos Moura/SCO/STF
Carlos Moura/SCO/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, solicitou nesta terça – feira (30) à Procuradoria Geral da República (PGR) a abertura de apuração sobre o financiamento destinado ao filme “Dark Horse”, que abordará os acontecimentos envolvendo ex – presidente Jair Bolsonaro.

Além disso, em um movimento judicial complexo e detalhado, Lindbergh Farias apresentou uma notícia – crime no STF pedindo ações contra Eduardo Bolsonaro por coação durante processo legal. O petista buscou conectar investigações financeiras com alegações internacionais feitas pelo deputado federal PT RJ.

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Pedidos judiciais: conexão entre Dark Horse eBanco Master. O requerimento apresentado por Lindbergh Farias não se limitou à acusação inicial; ele solicitou apurar a possível ligação (conexão) existente entre o financiamento do filme “Dark Horse”, valores negociados envolvendo Flávio Bolsonaro (PL RJ), senador, e Daniel Vorcaro, dono de Banco Master.

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A investigação deveria também abranger uma suposta “atuação internacional” atribuída ao próprio Eduardo na campanha contra autoridades brasileiras em sanções.

Por conta desses indícios apontados pelo congressista PT – RJ, foi solicitado que tanto Jair quanto Flávio fossem incluídos no inquérito judicial. Lindbergh Farias justificou seu pedido citando os sinais de participação do senador flávio nas atividades relacionadas à captação ou destinação dos recursos para o longa.

Medidas cautelares e compartilhamento de dados. O deputado requereu medidas imediatas visando restringir a movimentação financeira e física de alguns envolvidos na trama investigada. Entre as solicitações estava a imposição de restrições contra Flávio Bolsonaro (PL RJ), como entrega obrigatória de passaporte, proibindo que ele deixasse Brasil sem autorização judicial específica.

Também foi pedido proibir qualquer contato do senador com Daniel Vorcaro, dono da instituição bancária Master.

Além disso, o requerimento pedia bloqueios em bens e valores pertencentes ao filho mais velho de Jair Bolsonaro e também das pessoas diretamente ligadas à operação para financiar “Dark Horse”. O petista ainda solicitou compartilhar informações apuradas no inquérito sobre coação envolvendo Eduardo.

Investigações financeiras: negociações por trás do filme. A origem dos recursos que financiam “Dark Horse” já era tema público há semanas; a agência Intercept Brasil noticiou um possível captação financeira na data de 1de maio. O cenário ganhou novos contornos em meados de maios, quando o portal Metrópoles revelou detalhes da primeira fase da Operação Compliance Zero para investigar supostas fraudes ligadas ao Banco Master.

Segundo reportagens divulgadas pela mídia e mensagens interceptadas pelo veículo jornalístico, Daniel Vorcaro havia disponibilizado cerca de R13milhões à época. Desse montante total estimado, pagamentos entre fevereiro e maio de 202somaram aproximadamente US 10 milhões destinados a cobrir custos do filme.

Encontros negociadores. As conversas vazadas mostraram uma negociação direta em curso com o senador Flávio Bolsonaro (PL RJ) junto ao banqueiro na instituição financeira master. Em outubro de 2025, por exemplo, os diálogos indicavam que ele chegou até mesmo a cobrar Vorcaro sobre um ritmo financeiro considerado “no limite” pela produção.

Outro encontro importante foi registrado para São Paulo no dia de novembro de 202e ocorreu dentro da residência do dono Banco Master; nesse evento estiveram presentes também atores Jim Caviezel e diretor Cyrus Nowrasteh.

Apesar dessa repercussão midiática intensa em torno dos recursos captados pelo filme “Dark Horse”, Flávio Bolsonaro tem defendido publicamente o processo. Em outro contexto político recente, durante lançamento pré – campanha dele próprio ao Senado (PP SP), ele criticou veementemente a utilização de verba pública como propaganda política.

Na mesma ocasião, Flavio classificou equipe Intercept Brasil como “suspeita”, acusando ainda veículo jornalístico por tentar interceptar um futuro do país que seria construído no cenário nacional.

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