MP de São Paulo investiga verbas de Bolsonaro: o que aconteceu com os R$ 478 mil?

MP de São Paulo investiga uso de verbas públicas para eventos de Jair Bolsonaro. Saiba como foram os R$ 478 mil e o que Keit Lima aponta!

15/04/2026 10:01

2 min

MP de São Paulo investiga verbas de Bolsonaro: o que aconteceu com os R$ 478 mil?
(Imagem de reprodução da internet).

MP de São Paulo Investiga Uso de Verbas Públicas para Eventos de Bolsonaro

O Ministério Público de São Paulo deu início a um inquérito civil para investigar o suposto uso inadequado de dinheiro público. A apuração visa cobrir recursos destinados a eventos em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no ano passado.

Em um despacho emitido na última quinta-feira, dia 9, o promotor Silvio Marques solicitou esclarecimentos à Secretaria Municipal de Turismo. O foco são as alegações de desvio de finalidade em repasses que totalizam 478 mil reais.

Origem dos Recursos e o Contexto Político

A investigação foi motivada pela vereadora Keit Lima (PSOL). Segundo informações, as verbas municipais foram indicadas pelo vereador Gilberto Nascimento (PL), com o propósito de custear a estrutura de manifestações na Avenida Paulista.

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O objetivo dessas ações era pressionar pela aprovação de uma anistia para aqueles condenados por envolvimento em tentativa de golpe. As transferências de dinheiro foram reportadas pelo UOL.

Detalhes dos Repasses e Documentação

Os recursos foram liberados dias antes das manifestações, contando com aval técnico da gestão de Ricardo Nunes (MDB). Foram registrados envios de R$ 190 mil para o protesto de 6 de abril e R$ 142 mil para o ato de 29 de junho.

Além disso, uma manifestação realizada em 3 de agosto recebeu um aporte superior a R$ 145 mil. Na descrição das emendas, Nascimento utilizou apenas o termo “evento”, sem mencionar qualquer referência às manifestações em si.

Controvérsias sobre a Destinação dos Fundos

O documento que formalizou a destinação dos valores continha apenas data, horário e local — especificamente a Rua Peixoto Gomide, área conhecida pelos atos bolsonaristas. A reportagem apurou que a verba foi usada para alugar ambulâncias e banheiros químicos no ato de agosto.

Na época, Nascimento afirmou que as emendas cumpriram todos os requisitos legais. Contudo, uma portaria da administração municipal de 2023 proíbe o uso de verbas públicas em atividades de cunho político-partidário.

Posicionamento da Prefeitura de São Paulo

A prefeitura de São Paulo esclareceu que a indicação se referia ao “apoio de infraestrutura” do evento. A gestão Nunes declarou que é responsabilidade da prefeitura, por meio de seus órgãos competentes, garantir a ordem pública e a segurança dos participantes, independentemente da natureza ou temática da manifestação.

O inquérito civil segue em andamento, buscando esclarecer a legalidade do uso desses recursos públicos em eventos de cunho político.

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