Skincare de Luxo: 111Skin e Biologique Recherche Atraem Investimentos Bilionários!

Skincare de Luxo Atrai Investimentos em Meio a Mudanças no Setor de Beleza
O setor de beleza está passando por uma transformação significativa, com consumidores buscando tanto opções acessíveis para o dia a dia quanto tratamentos de alta performance. Grandes empresas ainda estão buscando entender como se adaptar a essa nova dinâmica de mercado.
Recentemente, dois eventos importantes indicaram que o segmento de skincare de luxo pode ser um caminho promissor para investidores.
111Skin e Biologique Recherche: Novos Rumores de Aquisição
A primeira movimentação foi a participação minoritária da 111Skin na empresa, criada pelo renomado cirurgião plástico Dr. Yannis Alexandrides, famoso pelo Instafacial Plasma – um produto com fatores de crescimento que ganhou destaque entre dermatologistas e clínicas de estética.
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Em seguida, a Biologique Recherche, marca francesa de skincare aclamada por esteticistas em todo o mundo, iniciou um processo de venda com o apoio do Goldman Sachs e da boutique de M&A Vicente & Partners, conforme informações do setor. Ambos os casos compartilham um ponto crucial: nenhuma das marcas dependia exclusivamente de grandes lojas de departamento, um modelo que prejudicou muitas empresas de beleza no passado.
A 111Skin, fundada em Londres por Dr. Yannis Alexandrides, é conhecida pelo Instafacial Plasma, um produto com fatores de crescimento (Divulgação). A Estée Lauder é vista como a principal candidata para adquirir a 111Skin, buscando fortalecer sua posição no mercado de skincare após um período de declínio, após aquisições com a Deciem e a Forest Essentials.
Desafios na Negociação e Expectativas de Valorização
O momento é complexo, com a Estée Lauder ainda lidando com a fusão em negociação com a Puig, que possui sua própria marca de skincare de luxo com a Barbara Sturm. Para a Biologique Recherche, o perfil do comprador ideal é menos claro. A L’Oréal, devido ao seu histórico em dermocosméticos, surge como uma opção óbvia, mas a marca opera principalmente através de esteticistas, e não de consultórios médicos, o que pode dificultar a integração.
Grupos hoteleiros também foram considerados como potenciais compradores.
Fontes internas indicam que as expectativas de valorização da marca diminuíram em comparação com anos anteriores, o que aumenta as chances de um acordo. O que ambos os casos revelam é que, mesmo com a desaceleração do mercado de beleza como um todo, existe um interesse real por marcas com distribuição própria, que comprovam resultados e possuem um público fiel.
Marcas como La Mer e The Ordinary foram os únicos destaques de crescimento no último trimestre do grupo Estée Lauder.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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