TIM: Fibra e B2B Impulsionam Crescimento com Resultados Recordes em 2026

A TIM encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido normalizado totalizando R 1,04 bilhão. Esse valor representa um aumento significativo de 6,2% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
No acumulado dos primeiros seis meses deste ano, a operadora registrou lucros que somaram R 1,86 bilhão, marcando uma evolução de 4%. O resultado mostra como os motores da companhia estão se reequilibrando: enquanto o negócio móvel cresce mais lentamente, as áreas de fibra e serviços corporativos assumem cada vez maior peso no crescimento geral das receitas.
Crescimento impulsionado por pós – pagamento e infraestrutura fixa
A receita líquida total atingiu impressionantes R 6,97 bilhões neste trimestre. Esse montante representa um aumento anual de 5,5%, sendo a área de serviços responsável pelo avanço em termos percentuais (caindo para R 6,79 bilhão.
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No segmento mobile, os avanços foram sustentados principalmente pela força do plano pré – pago: o Pós – Pago cresceu 5,8% — chegando à marca dos R 34,30 no ARPU móvel —, enquanto sua base aumentou robustamente 6,8%. O pós – pagamento passou atrelado ao crescimento da publicidade e aos novos servicios corporativos.
Por outro lado, é importante notar que as receitas fixas mostraram um desempenho expressivo. Os serviços de fibra registraram aumento na receita em 27%, totalizando R 416 milhões para a TIM Ultrafibra; este resultado foi reforçado pela consolidação recente com soluções digitais adquiridas via I – Systems.
Eficiência operacional apesar do desafio financeiro
A geração operacional de caixa também demonstrou força: o Ebitda normalizado alcançou os R 3,59 bilhões entre abril e junho, refletindo uma expansão anual de 7%. Com isso, houve alta no indicador da margem EBITDA, que subiu um ponto percentual (de 50,8% em patamares anteriores para agora atingir 51,5%.
Os custos operacionais totais ficaram nos R 3,38 bilhão. Esse valor cresceu apenas 4%, ficando abaixo dos quase 6% registrados na receita líquida total do período; essa diferença contribuiu diretamente com a melhoria das margens.
Investimentos mantêm fluxo positivo apesar ajustes financeiros
Apesar de o resultado financeiro líquido ter ficado negativo — chegando aos -R569 milhões —, uma situação que piorou significativamente comparada ao segundo trimestre de 2025 (quando foi de R 375 milhões), os investimentos da companhia somaram um aumento controlado para alcançar R 935 milhões, ou seja, mais 6%.
O cálculo operacional livre também avançou em ritmo saudável. O fluxo de caixa operacionais cresceu 10,1%, totalizando R 1,24 bilhão; esse número é obtido após subtrair o valor dos novos projetos e despesas.
A TIM encerrou junho com a reserva financeira atingindo R 4,53 bilhões — uma queda anual que se deve à aquisição restante participação na I – Systems bem como ao pagamento antecipado de dividendos aos acionistas.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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