Macron Exibe Poderio Militar na Champs-Élysées, com Apoio Europeu

Emmanuel Macron transformou a avenida Champs – Élysées, em Paris, nesta terça – feira, dia 14 de julho, numa grande vitrine da unidade europeia e homenagem à França com um imponente desfile militar.
O evento marcou quase os seis milhão sete cem soldados marchando pelas ruas. O número recorde incluiu também nove oito aviões, trinta e um helicópteros e trezentos quinze veículos — uma escala nunca vista por ocasião das festividades nacionais que celebram a tomada da prisão da Bastilha no início do século XVIII (em 1789.
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Segundo o Palácio do Eliseu, objetivo principal foi ilustrar “o rearmamento e a autonomia estratégica da França e o despertar estratégico europeu”. Na tribuna de honra estava presente não apenas Macron, mas figuras importantes como Brigitte Macron e Sébastien Lecornu.
Também puderam ser vistos vinte quatro chefes de Estado ou Governo europeus.
Entre os líderes presentes estavam Friedrich Merz, na Alemanha; Pedro Sánchez, representando Espanha; Donald Tusk, líder polonês; Mette Frederiksen, dinamarquesa; além do primeiro – ministro britânico Keir Starmer. O desfile contou com contingentes provenientes de trinta e cinco países no total (com 500 participantes) — somados aos venticinco militares ucranianos que participaram um dia após uma cúpula em Paris da “Coalizão de Voluntários”.
O Poderio Militar Francês
A ministra delegada da Defesa, Alice Rufo, explicou na rádio RTL o significado dos acontecimentos: “o que desfila é uma Europa (…) unida e determinada a apoiar a Ucrânia frente à Rússia”. Esse movimento foi avaliado pelo chefe do Estado – Maior das Forças Armadas general Fabien Mandon como uma demonstração física dessa solidariedade estratégica entre os países.
Para Macron — quem realizava seu último grande evento militar presidencial —, houve um foco em destacar ainda mais o poderío de defesa francês. Ele fez questão de lembrar aos presentes sobre as dez anos anteriores ao cargo atualidade período nos quais duplicaram o orçamento destinado às forças armadas da nação francesa, afirmando durante discurso feito segunda – feira que “a história julgará” e thatos já estavam expostos para esse julgamento histórico.
Apesar dos preparativos terem sido desafiadores devido à onda de calor recorde no país neste ano (terceiro desafio), general Loïc Mizon garantiu a organização do desfile horas antes mesmo das Olimpíadas entre Espanha e França.
Compromissos Pós Desfiles
O dia não terminou apenas com os militares. Macron também fez questão de marcar o momento em seu tradicional pronunciamento às Forças Armadas, lembrando que será respeitado um minuto de silêncio pelas vítimas atentado ocorrido há dez anos na cidade vizinha Nice; foi quando caminhão atropelou uma multidão após espetáculo pirotécnico. Após concluir as atividades no Paris, ele viajará para a região sul do país prestigar homenagem aos 86 mortos e mais de quatrocentos feridos causados pelo ataque reivindicado por grupo jihadista Estado Islâmico (EI). Em maio de 2027, Emmanuel Macron deixará formalmente suas funções presidenciais.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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