Nutrólogo alerta: alimentação impacta a saúde do cérebro em risco global

Nutrólogo destaca riscos à saúde do cérebro com a dieta inadequada em cenário global preocupante.

21/07/2026 19:13

4 min

alimentacao-saudavel-cerebro-1024×683
alimentacao-saudavel-cerebro-1024×683

A alimentação desempenha um papel crucial na manutenção da saúde cerebral em todas as fases da vida, pois os nutrientes ingeridos são responsáveis pela formação e proteção das células do cérebro.

O órgão humano é complexo: ele conta com cerca de 86 bilhões de neurônios interconectados por centenas de trilhões de sinapses — conexões vitais para funções como memória, raciocínio ou até mesmo a tomada de decisões cotidianas. Por isso, cuidar bem dos hábitos alimentares passa diretamente pelo cuidado cognitivo.

Nutrição no combate ao declínio neurológico

Para o nutrólogo Prof. Dr. Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e palestrante do CBN em 2026, hoje é reconhecido que nutrição constitui um pilar fundamental na saúde cerebral geral. Ele alerta ainda sobre os riscos associados à dieta inadequada: “Estudos mostram que determinados padrões alimentares podem reduzir o risco de declínio cognitivo, depressão e doenças neurológicas e neurodegenerativas”.

Leia também

O médico citou diversas condições graves como Alzheimer, Parkinson, acidente vascular cerebral (AVC), epilepsia e enxaqueca entre aquelas cujos quadros são influenciáveis pela alimentação.

A importância do eixo intestino – cérebro

Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde em conjunto com um estudo Global Burden of Disease 2021, a situação é alarmante: mais de três bilhões de pessoas vivem atualmente convivendo com alguma condição neurológica. Esse grupo representa o principal motivo global para incapacidade física ou mental.

O Prof. Dr. Durval Ribas Filho ressalta que manter uma saúde cerebral não depende apenas da ausência total de doenças; trata – se de assumir continuamente compromissos pela preservação das funções cognitivas — como memória e regulação emocional —, ao longo dos anos.

Além disso, ele explica mecanismos biológicos complexos por meio do eixo intestino – cérebro. Uma microbiota intestinal equilibrada produz substâncias importantes capazes de influenciar diretamente fatores vitais como humor, sono, aprendizagem e até mesmo a inflamação geral no corpo humano.

Padrões alimentares protetores para o cérebro

Embora nenhum especialista garanta que uma dieta única possa prevenir todas as doenças sozinha, há evidências científicas sólidas apontando padrões alimentarmente benéficos à saúde cerebral em especial. Dentre os mais estudados está justamente a Dieta MIND (Mediterranean Investigation of Neurodegenerative Delay.

Essa alimentação é rica na combinação ideal entre frutas, verduras, legumes, peixes de água salgada, além do uso frequente de oleaginosas e grãos integrais comzeite de oliva extravirgem como base principal.

Alimentações específicas para o funcionamento neural. O nutrólogo lista diversos alimentos que auxiliam diretamente no combate ao estresse oxidativo e ajudam a preservar as conexões neurônicas: “Peixes ricos em ômega 3 — citando exemplos práticos como atum, sardinha ou salmão —, vegetais verde – escuros; também são benéficos os ovos, leguminosas, iogurte natural (fermentados), kefir além do cacau puro”.

A hidratação é outro ponto indispensável na rotina de quem busca manter boa memória. O cérebro utiliza cerca de 20% da energia total consumida pelo organismo para funcionar adequadamente.

O que prejudica a saúde cerebral

Porém, o consumo inadequado pode gerar sérios riscos ao órgão metabolicamente ativo. Os alimentos ultraprocessados merecem atenção especial dos consumidores porque seu uso frequente está ligado diretamente ao aumento nos níveis inflamatórios e no estresse oxidativo corporal.

Esse quadro piora significativamente tanto o desempenho cognitivo quanto os índices de concentração mental em um período mais longo do tempo.

Outro fator crítico é o excesso de açúcar na dieta diária; ele favorece uma condição chamada resistência à insulina — situação descrita por alguns pesquisadores como possível “diabetes tipo 3”, embora essa denominação ainda não tenha reconhecimento oficial da área médica, segundo Edna Vairoletti que acompanhou a matéria jornalística.

Profissionais ressaltam sempre: mesmo com alimentação saudável sendo capaz de reduzir riscos ou desacelerar progressões no comprometimento cognitivo, esses benefícios são potencializados quando associados também ao sono adequado e à prática regular de atividade física.**.

Aqui no ZéNewsAi, nossas notícias são escritas pelo José News! 🤖💖 Nós nos esforçamos para trazer informações legais e confiáveis, mas sempre vale a pena dar uma conferida em outras fontes também, tá? Obrigado por visitar a gente, você é 10/10! 😊 Com carinho, equipe ZéNewsAi 📰 (P.S.: Se encontrar algo estranho, pode nos avisar! Adoramos feedbacks fofinhos! 💌)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!