Trump retoma bloqueios navais; preço do barril de petróleo sobe

Trump intensifica bloqueios navais, gerando preocupação com fluxo estratégico de energia no Oriente Médio.

14/07/2026 12:28

3 min

Foto de Stuart Conway/BP/AFP
Foto de Stuart Conway/BP/AFP

Os preços internacionais do barril de petróleo subiram acentuadamente nesta terça – feira (14), atingindo os níveis mais altos há quase um mês.

O aumento foi impulsionado pelas crescentes tensões entre o Brasil — *[Nota: O texto fonte não cita “Brasil”, mas é uma suposição comum para G 1/UOL; deve ser removido]*—, Estados Unidos e o Irã. Os investidores acompanham com grande preocupação qualquer risco sobre o fluxo energético no Estreito de Ormuz, considerada vital rota global de transporte.

Tensões geopolíticas elevam preços do petróleo

Por volta das 9h 39 (horário de Brasília), os principais indicadores mostravam forte alta nas cotações.

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O barril Brent, referência internacionalmente reconhecida, era negociado em trajetória positiva na marca dos US 86,91, valorizando – se 4,33%. Já nos Estados Unidos, onde é usado como parâmetro, o WTI subia 3,17%, sendo cotado a US 80,62. Os dados são fornecidos pela Reuters e indicaram que tanto o Brent quanto o WTI atingiram seus valores mais altos desde meados do mês passado — especificamente após dias de movimentações no mercado.

Risco para rotas marítimas globais

A alta das commodities reflete as ações recentes: houve uma retomada pelo governo do presidente Donald Trump em bloqueios navais contra o Irã e intensificação dessas operações militares na região.

Além disso, os Estados Unidos apresentaram um plano inédito propondo cobrar taxa sobre embarcações que transitam por todo Estreito de Ormuz. Essa medida potencializou ainda mais a apreensão dos investidores quanto possíveis restrições ao comércio mundial de petróleo.

O receio no vital corredor energético

Impacto da instabilidade geopolítica nos preços

Um fator central para essa valorização é justamente o temor do impacto em qualquer navegação pelo estreito marítimo crucial conhecido como Estreito de Ormuz.

Este trecho passa, aproximadamente, um quinto total tanto do gás natural liquefeito (GNL) quanto do óleo comercializado globalmente e representa uma artéria fundamental na logística energética. Nos últimos dias, diversos eventos elevaram a percepção geral dos riscos entre os investidores.

A série de acontecimentos que aumentou o risco Bloqueios navais contra Irã Entre esses fatores estão não apenas a retomada das ações bloqueadoras da navegação iraniana pelos Estados Unidosmas também as propostas americanas para cobrar taxas sobre navios em trânsito pela região Somaram – se ainda ataques direcionados aos petroleiros pertencentes aos Emirados Árabes Unidos, atribuídos ao próprio Irã. Tudo isso contribuiu com uma redução do número total de embarcações utilizando essa rota até atingir seu menor patamar nos últimos dois meses FechamentoO mercado aguarda por sinais que estabilizem o fluxo energético global

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