Fifa lança ranking baseado em IA para avaliar jogadores na Copa 2026

A Copa do Mundo de 2026 não chama atenção apenas pelas disputas em campo; o avanço da tecnologia também está redefinindo como é feita a análise e avaliação dos atletas no futebol mundial.
Durante este Mundial organizado pela Fifa, um sistema chamado Power Ranking utiliza dados coletados durante as partidas para atribuir notas individuais aos jogadores. Essa metodologia baseada puramente em informações objetivas tem ganhado espaço ao lado das avaliações técnicas tradicionais feitas por jornalistas ou especialistas.
Como funciona o cálculo na FIFA
O objetivo principal desse ranking é oferecer uma visão analítica complementar do desempenho de cada atleta que participa da competição mais importante do esporte global. Segundo os critérios utilizados pelo Poder Ranking, todos os profissionais devem permanecer minimamente dois minutos dentro dos limites do campo para receberem alguma nota de performance.
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A avaliação varia conforme a posição: atletas de linha têm suas ações consideradas sob três dimensões principais — ataque, criatividade e defesa. Já no caso específico dos goleiros, são analisados dois pilares distintos em seu rendimento durante as partidas; trata – se das ações com posse de bola ou o desempenho sem ela.
Inteligência artificial na descoberta de talentos
Enquanto grandes eventos como a Copa utilizam dados já gerados pelas disputas oficiais da Fifa Power Ranking medirão os jogadores profissionais estabelecidos, empresas privadas desenvolvem soluções para atuar nas fases iniciais da carreira esportiva.
Um exemplo é o aplicativo CUJU, que emprega inteligência artificial (IA) juntamente com visão computacional nesse processo.
O sistema permite auxiliar no descobrimento e avaliação inicial de jovens atletas por meio do registro técnico realizado pelos próprios deportistas em seus celulares Android ou iOS. Os algoritmos analisam vídeos desses exercícios técnicos — sem necessidade dos clubes —, focando fundamentos cruciais como condução, passe, controle de bola e coordenação motora; tudo isso gera indicadores valiosos.
Vinícius Las Casas, gestor de marketing do CUJU Brasil, explica a complementaridade dessas ferramentas tecnológicas na jornada esportiva: “A IA não substitui treinadores, olheiros ou analistas.”
Ele reforça que o papel da tecnologia é organizar um grande volume massivo de informações complexas para identificar padrões específicos em campo. Assim, ela fornece aos profissionais apoio decisório crucial no processo de scouting, ampliando significativamente o alcance dessa observação até mesmo fora dos grandes centros urbanos e das competições mais visíveis.
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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